Jornalista da Reuters destacado para o SL

O João Pedro Pereira postou ontem que «Utilizadores vão poder comprar nomes no Second Life», e explicou que poderia vir a ser mais uma estratégia de marketing do que outra coisa, tudo bem afinal aquilo é um jogo, têm um fim comercial.
Ao ler o Ponto Media, fiquei a saber que a Reuters destacou para o SL um jornalista, de seu nome Adam Pasick, a veteran tech and media journalist um facto que só por si mostra bem a importância que um jogo está a ter.

Quando é que chegam os resumos do dia ao Telejornal?

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5 Responses to Jornalista da Reuters destacado para o SL

  1. ruinix says:

    Quando li SL julguei que fose Software Livre… damn… 😉

  2. Vão demorar muito a chegar aos telejornais! A maioria das notí­cias relacionadas com tecnologia e Internet que surgem nos noticiá¡rios televisivos generalistas têm uma abordagem do estilo: “Vejam a coisa engraçada que esta equipa de investigadores está a fazer. Vamos tratar o tema de forma light e até dão uma peça engraçada para fechar o telejornal com um sorriso (ou um piscar de olho, consoante o canal)” – as tecnologias de saúde são a excepção.

    Já alguém viu o Windows Vista, por exemplo, (e é um produto que afecta milhares de pessoas e muitas empresas) ser alvo de uma abordagem séria num telejornal? Talvez já tenha sido; eu é que não vejo muita televisão…

    Nos noticiários estrangeiros – nos canais americanos e ingleses, pelo menos – notícias relacionadas com o Google, Yahoo! ou YouTube, só para dar exemplos, são alvo de um tratamento muito mais aprofundado (ás vezes com direito a comentadores em estúdio) do que cá. E isto não obstante o facto de os noticiá¡rios portugueses terem uma duração abusiva…

  3. _41 says:

    Foi apenas uma provocação quanto aos telejornais.

    Mas a estratégia da REUTERS é muito oportuna.

  4. Em portugal a compra do Youtube foi falada na SIC generalista.

  5. Hugo says:

    João

    Acho que tens toda a razão. Já era tempo de em Portugal, quer nos serviços noticiosos, quer em programas temáticos, as televisões darem as notícias de tecnologia e cibercultura, com a devida profundidade e sobretudo qualidade, não cometendo erros crassos, como dizer que a SIC assinou um acordo com a Google. Porque terá mesmo sido a Google?