Temos de ser mais profissionais

Depois de um dia que foi diferente .

Um desabafo ( eu li o teu ), temos de ser mais profissionais, se queremos que Portugal seja mais competitivo.
Temos mesmo que ser mais reponsáveis nas nossas actividades profissionais.
São as empresas que dependem dos seus activos, não tenham medo da mudança.

Hoje depois do trabalho fui até Faro, a uma loja que está no maior shopping de Faro, trocar um produto.
Acabei a falar cordialmente com o chefe de vendas, ele confidenciou-me que têm imensa dificuldade em ter especialistas em duas áreas, escalada e golfe.
E mais, até as próprias marcas sentem dificuldade em vender os seus produtos. Visto que não têm ninguém que possa fazer a ponte entre a empresa e o cliente. Na loja o cliente faz perguntas simples e quem está na mesma, não sabe responder às mesmas.

P.: «Qual é o loft,
R.: «qué isso, móss?».
Mas há mais, os salários não são encorajadores, infelizmente. E as vendas, claro estas são trituradoras por excelência de candidatos. Caros analistas já poderam ver onde se encontra o erro, certo?

Haverá volta a dar? Está em cada um de nós!
Posso-vos confidenciar uma coisa, estou a cumprir o quinto mês numa nova área de trabalho e tenho tentado ao máximo aprofundar os meus conhecimentos sobre a mesma.
Tem sido muito fácil, felizmente o contacto com a natureza ajuda bastante e afinal estou a cumprir um sonho antigo que se realizou agora depois da vinda para o Reino dos Algarves.

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6 Responses to Temos de ser mais profissionais

  1. Marco says:

    Mas isso é facil se a loja pagar mais, e exigir que a pessoa faça formacao ou que ja tenha formacao nas areas se calhar vao vender mais. digo eu, eu pelo menos gosto de ser bem “assessorado”(ups cheira a br) nas lojas antes de comprar.

    ainda a pouco tempo comprei uns calçoes de piscina e paguei o dobro do que estava disposto porque a pessoa soube vender o peixe e mostrou que conhecia o meio. Tipo disse que o cloro desgasta a roupa, que por isso deveria levar aqueles e nao os outros, que o pano era melhor, que tinha tratamento contra o cloro, coisas que eu ja sabia mas que gostei de ouvir do outro lado.

  2. CJT says:

    Pois é… o profissionalismo também se vende. Infelizmente é mal pago.
    As empresas portuguesas estão ainda, a maioria delas, num estádio de desenvolvimento para aí entre o narcisismo e o tribalismo. Falta ainda algo que propicie as condições necessárias à aceleração desse desenvolvimento.

    Se reparares bem e fizeres o que se chama uma análise ao estado cultural das empresas, tenho a impressão que vais sentir um arrepio na espinha. É que continuamos a experimentar – a medo – as mudanças que em outros locais são já passado. Pelo pouco que conheço, exceptuando algumas multinacionais, as empresas portuguesas apostam, no máximo, numa cultura de função [creio que a grande maioria delas anda ainda a apostar na cultura de poder, desprezando o facto de serem ou não empresas de produção].

    Culturas como as de tarefa ou da pessoa são muito, mas mesmo muito raras.
    A formação, a reciclagem, o trabalho em rede, a partilha de conhecimento, as organizações de aprendizagem, as intervenções culturais, são ainda conceitos confusos para a maioria dos gestores que temem qualquer coisa que não tenho medo de relacionar com o receio destes em perder o poder ou o controlo.
    E o futuro vai assim tornando-se passado, muito rapidamente.
    Talvez um dia… que não seja tarde demais…

    Abraço!
    Felicidades no novo trabalho!

    CJT

  3. Lá está, todas as lojas podem ter pessoal especializado nas áreas mas ninguém quer investir nisso quer sejam grandes empresas quer sejam PMEs.

    Se formos ver as lojas como a decathlon, fazem um questioná¡rio sobre quais os nossos conhecimentos nas diversas áreas desportivas e no final escolhem as pessoas por experiência em vendas. Portanto é possível chegar-mos lá perguntar-mos algo e não nos saberem responder.

    Um bom exemplo de uma boa estratégia é as agências de viagem que dão formação especifica aos seus funcionários e tornam-nos em pessoas especializadas não só em vendas mas também em qualquer área relacionada com o meio.

  4. Squeezy says:

    Olá..

    Tenho um “desafio” pra lhe colocar e pra todos os frequentadores deste site.

    Em 1grdealgo.blogspot.com. No post sobre Borat, qual a melhor acção que um RP ou empresa de Comunicação poderia fazer, perante o imbróglio internacional criado pelo filme?

  5. HugoNS says:

    Honestamente não sei o que fazer… mas concordo contigo, temos que definitivamente ser mais profissionais. Não podemos continuar a ter produtos excelente e não conseguirmos vender-los.
    Mas ao mesmo tempo, temos que aumentar o nosso grau de exigência, quer o nosso grau de exigência pessoal, quer o grau de exigência das empresas e dos chefes, quer sobretudo a exigência das escolas e universidades, só assim poderemos ser verdadeiramente competitivos.

  6. Kikas Almeida says:

    Há k ser profissional e a propósito disto, vi n site da TMN uma oferta de PC portátil kom a plaka banda larga móvel por 150 euros para kem vai agora para o 10º ano. 150 euros???
    Inacreditável. Tem a ver com um programa do governo chamado e-escolas. Acho k os pedidos so podem ser feitos no inicio das aulas mas ja da pra fazer a pre-inscricao no site da TMN k eles depois avisam. Bem fixe. Acho k eh agora k vou ter 1 portatil novinho e internet sem ser no PC ca de casa. Lol E nem e preciso ser cliente da TMN. Como eh PCs eles nao ligam a isso. So para n estar sempre a dizer mal estes gajos ate k estao a fazer umas coisas.