Twitter: Como incorporar um tweet

Lançado a 15 de julho de 2006 o Twitter, têm vindo a ganhar importância numa Interweb cada vez mais divida por um número crescente de aplicações móveis.
É um serviço que tem crescido com o tempo, e muito com a ajuda dos seus utilizadores mais compulsivos.

Recordar que a funcionalidade de utilizar uma hashtag num tweet, nem estava prevista nos primeiros meses. A ideia foi lançada por Chris Messina. Que pretendia agregar e pesquisar de uma forma fácil tweets de um determinado assunto.
A ideia foi bem recebida pela comunidade e implementada de seguida pelo Twitter.
Mas nem todas as ideias da comunidade têm sido tão rapidamente incorporadas ou mesmo até atendidas!

Ao Twitter também se deve a cunhagem de palavras como tweet ou retweet!

Um dos tweets mais retuitados em todo o mundo em 2020

Do surgimento do Twitter até que foi preciso publicar um tweet numa página html foi um passo rápido.
Para incorporar um tweet no início a única maneira era mesmo recortar uma captura de ecrã e publicar essa imagem!

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Exemplo de uma captura de ecrã de um tweet.

Foi preciso passarem alguns anos para que esta funcionalidade passasse a existir através de uma função própria. Pode ler-se no blog do Twitter como se pode incorporar um tweet.
O link directo para a função é publish.twitter.com.
Em cada tweet também podemos ver esta função no drop down menu que um clique nos três pontos faz despoletar.


Exemplo de uma um tweet publicado com o script disponibilizado pelo Twitter.

Só para exemplificar, caso o autor apague um tweet, e nós já tivermos copiado esse mesmo tweet para uma página html, fica publicado da seguinte forma:

A discussão sobre a possibilidade de editar um tweet ou da verificação de uma conta por parte do Twitter fica para os próximos artigos!

labcom.fm

O LabCom quer servir de inspiração

Chegou mais um Podcast, dá pelo nome de LabCom, e vai tratar assuntos da área da comunicação.
O autor do podcast é o Bruno Amaral, e aceitou responder às seguintes perguntas:

Quem é o Bruno Amaral?

Alguém que gosta de Comunicação e trabalha na área desde 2007.
Hoje é estratega de comunicação digital, trabalha na EDP e ensina numa Pós-Graduação.

O que podemos esperar do LabCom?

Podem esperar ouvir pessoas que têm muito conhecimento para partilhar sobre comunicação.
O LabCom quer servir de inspiração para quem gosta destas áreas.
E fazemos isso com conversas sem pressa ou pretensões, porque assim aprendemos em conjunto.

É algo que ainda agora começou mas no plano já estão 5 temporadas dedicadas a temas diferentes. Nesta primeira temporada vamos ouvir quem está do lado das agências de comunicação. As próximas vão explorar o sector de ensino e a gestão da comunicação nas empresas.

Como tens visto a evolução da comunicação digital em Portugal?

Há muito para inovar e alguns decisores estão a mostrar ter visão para criar meios e campanhas com uma estratégia sólida por trás. Ainda assim, vejo-nos a precisar de acelerar muito.

A pandemia obrigou a alguns avanços na forma de usar canais digitais de comunicação e isso foi bom, no meio de todas as coisas más. Mas porque é que antes não havia condições para essas campanhas e iniciativas?
Havia, mas também havia a possibilidade de usar tácticas mais familiares e com provas dadas.

Há estratégias digitais e tácticas que não são postas em prática só porque não queremos arriscar.

Todas as empresas deviam criar um podcast?

Não. Todas as empresas têm públicos diferentes, nem todos ouvem podcasts.
E mesmo que ouçam, que conteúdo é que as marcas têm para alimentar um podcast?

É um ponto que o Filipe Bernardes explicou no primeiro episódio: Há três coisas a ter em conta na estratégia, o que conseguimos produzir em termos de conteúdo, os recursos que temos, e o que é que faz sentido para os nossos públicos.

A saber, neste momento já se pode ouvir no LabCom:
– Entrevista a Filipe Bernardes.
Episódio de apresentação.